Tendências que levam à diferenciação das embalagens

O isolamento social trouxe novos hábitos e os consumidores alteraram a forma de comprar. Entra em cena, definitivamente, a compra online. Neste período de pandemia, o segmento de food service, por exemplo, está vendo nascer a tendência “Dark Kitchen” ou, em bom português, restaurante fantasma.

Na prática, o termo significa que o estabelecimento está preparado para oferecer produtos para viagem ou por meio de entregas que podem ser feitas pelo próprio comércio ou através de diferentes aplicativos.

É claro que o alimento e a bebida continuam sendo os carros-chefes. Porém, contudo, todavia como o restaurante não está de portas abertas para receber seus clientes, a embalagem assume o papel de protagonista. Quando a embalagem agrada, a primeira impressão é a que fica. Logo, o cliente experimenta a sensação de satisfação.

O México é um exemplo de alta demanda via delivery. Por lá, o número de pessoas que pedem refeições via aplicativo já é de 6 em cada 10. Rapidamente, o setor de panificação e confeitaria local criou o “faça você mesmo” ao vender os materiais e embalagens para que os clientes possam fazer suas próprias receitas em domicílio. Embalagens maiores ou multipacks são as preferidas pelos consumidores mexicanos.

Retornando ao Brasil, nota-se aumento significativo aos chamados atacarejos e hipermercados onde é possível encontrar todos os itens de primeira necessidade acondicionados em embalagens maiores. Ao analisar a pesquisa do Instituto Nielsen, com o título de “Impactos da COVID-19 no consumo”, é possível verificar que mais de 50% dos consumidores afirmam ter aumentado as compras em categorias como antissépticos ou máscaras, enquanto outros também estão estocando algumas categorias de alimentos como molhos e condimentos (45%), alimentos prontos para consumo (42%) e produtos com uma longa data de validade (33%).

E, como sempre, a embalagem está em pauta. Devido à pandemia, os consumidores estão lavando-as conforme orientação dos órgãos de saúde. Natural, então, que a indústria se movimente e invista em revestimentos mais robustos e com barreiras de proteção.

Estudo recente, publicado no New England Journal of Medicine (NEJM) e conduzido por pesquisadores de universidades e institutos de pesquisa norte-americanos e do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, revelou que o novo coronavírus sobreviveu por 72 horas (3 dias) no aço inoxidável e no plástico. No papelão, a sobrevida foi de 24 horas (1 dia).

É importante oferecer opções com custos diferenciados, pois veremos duas categorias de consumidores: aqueles que estão empregados e permanecem protegidos do impacto econômico diário e outros que foram atingidos pelo desemprego, licença ou demais problemas relacionados à pandemia.

Outra tendência a ser observada com atenção é a pragmática evolução da robótica e da Inteligência Artificial (IA). Considerado um dos principais cientistas do mundo em robótica e IA, Hod Lipson, professor de engenharia e ciência de dados da Universidade da Colômbia, entende que a IA abriu um mundo de possibilidades para o varejo. “E, nos próximos anos, haverá aprimoramentos contínuos na experiência e nas operações do cliente. A IA ouve e assiste você o tempo todo. A ideia é proporcionar uma experiência personalizada, imersiva e otimizada para cada consumidor em grande escala”, aponta Lipson.

Já parou para pensar como será a próxima embalagem da sua campanha? Para a equipe da Ápice, a produção de embalagem é assunto de extrema importância com atenção máxima ao atendimento. A gráfica produz para grandes marcas e renomadas campanhas há mais de 40 anos.

Mesmo com esse cenário de grandes mudanças há uma certeza: a experiência na produção de embalagem da Ápice fará a diferença no seu projeto!

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