Pode embalar! O ritmo será crescente!


É, caro leitor (a) verdade seja dita: entra ano, sai ano e a embalagem continua firme, forte e faminta por novidades. Não há nada de estranho nessa afirmação, afinal o consumo pertence à embalagem e a embalagem pertence ao consumo. É uma parceria de longa data que tem o dom de instigar cada vez mais o consumidor.

Aliás, prepare-se para vender cada vez mais. Recente pesquisa difundida em todas as capitais por meio de a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelou que, neste ano, mais brasileiros estão dispostos a comprar. Na comparação com 2018, aumentou de 23% para 32% o percentual de trabalhadores que investem em presentes.

Elementar, diria o mais atento leitor. A época de festas ajuda muito, pois o Natal é a data mais importante para o varejo, tanto em volume de vendas quanto em faturamento. Ainda de acordo com o estudo, 77% dos brasileiros devem presentear alguém. Esse movimento de compra deve injetar cerca de 60 bilhões na economia.

Quem avisa amigo é. Preparem as prateleiras, reforcem o PDV. Chegou o momento de saborear a curva ascendente da economia. Invista e peça para a Ápice produzir embalagens criativas. Para corroborar o otimismo, pegamos carona no estudo dos Pesquisadores da Universidade de Melbourne (Austrália) que publicaram, no jornal Heliyon, um artigo científico comprovando que 60% das decisões iniciais dos consumidores é feita nas lojas e a partir das embalagens.

A revista Casa e Jardim trouxe essa pesquisa aos brasileiros. Os estudiosos selecionaram 75 participantes, com idades entre 25 e 55 anos, tradicionais consumidores de chocolate. Os testes foram divididos em três fases: uma às cegas; outra apenas observando a embalagem; e a outra por meio de informações. Em todas, eles deveriam avaliar o sabor de seis doces, bem como a identidade visual dos produtos.

Nos três testes, foi utilizado o mesmo chocolate amargo 70% cacau. As mudanças apareceram no nome do produto, todos relacionados a uma marca fictícia, que foi batizada de “chuff”. Para o teste às cegas, os indivíduos recebiam o chocolate puro, sem informações adicionais, em um copo transparente. Já para o teste feito a partir de informações sobre o produto, as embalagens foram mantidas, para que fosse possível examinar a combinação entre os dados sobre o alimento junto ao pacote.

Os pesquisadores identificaram que as pessoas gostam mais da sobremesa se a embalagem trouxer conotações visuais positivas. E para provar como os consumidores são conduzidos pela embalagem, os participantes demonstraram mais associações emocionais com o produto quando eles podiam ver a embalagem do que no teste cego.

Conclusão que já sabíamos há mais de 40 anos: a embalagem interfere diretamente na aceitação dos itens!

Outro ponto favorável à embalagem é a sua capacidade de acompanhar tendências. Os consumidores estão antenados e há uma grande demanda por embalagens (e produtos) considerados ambientalmente responsáveis. A recente “guerra” contra o plástico é a prova viva. Quem ganha com isso é o papel que é uma matéria-prima proveniente de fontes renováveis e que pode ser impresso de diferentes maneiras.

Chegamos ao ponto de consumir a própria embalagem. Sim, é realidade. Ao menos é o que mostra o projeto desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Instrumentação que desenvolveu uma embalagem com películas de tomate que envolve a pizza. Quando aquecida, a pizza se incorpora ao alimento. Podemos chamar isso de convergência alimentar.

Já os pesquisadores do LEA (Laboratório de Engenharia de Alimentos) da Poli (Escola Politécnica) da USP há algum tempo criaram embalagens de origem vegetal com o objetivo de substituir o plástico. Uma delas é feita de amido de mandioca com adição de uma substância derivada de casca de uva. Ela pode indicar, por exemplo, se uma carne vermelha ou um peixe já estão em estado de deterioração e não podem mais ser consumidos.

Entramos, enfim, na era das embalagens inteligentes. Oras, sejamos inteligentes também!

Trate a embalagem como fator primordial na relação de compra e venda. De acordo com o NewVoiceMedia, 50% dos consumidores usam uma empresa mais vezes após uma experiência positiva. Logo, a primeira compra do cliente é decisiva. Logo, a primeira embalagem é a que fica. Com o perdão do trocadilho.

Inteligente e pragmática deve ser a sua escolha quando chegar a hora de escolher o fornecedor de embalagem. Já que estamos juntos até aqui, daremos algumas dicas: Confie em quem entende de produção de embalagem. Pense nisso!

A Ápice possui mais de 40 anos de experiência e mantém o compromisso de oferecer tecnologia da mais alta qualidade. Desde 1978, a gráfica, que é especialista em embalagem, investe para desenvolver, imprimir e fazer o acabamento de diferentes demandas do mercado gráfico. O time de profissionais está pronto para propor ideias inovadoras com valor agregado.

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